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José Eduardo Cardozo foi reeleito para o segundo mandato como deputado federal pelo PT de São Paulo em 2006 com 124.409 votos. Desde o início de 2008 ocupa o posto de secretário-geral do Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores. Professor de Direito Administrativo da PUC/SP e do Marcato Cursos Jurídicos - preparatório para ingresso nas carreiras do Ministério Público e Magistratura, é paulista e tem 48 anos. Mestre e Doutorando em direito, é advogado e procurador do município de São Paulo desde 1982.
 
Quatro vezes escolhido por órgãos diferentes um dos mais influentes do Congresso
 
José Eduardo Cardozo foi eleito por três anos consecutivos (2005, 2006, 2007e 2008) um dos 100 parlamentares mais influentes do Congresso pelo DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar).  Nesses quatro anos, foi também eleito um dos melhores parlamentares do Congresso pelo site Congresso em Foco. Em 2005, José Eduardo Cardozo foi escolhido o melhor parlamentar de São Paulo e o segundo melhor do Brasil e em 2006, foi apontado como o terceiro melhor parlamentar da Câmara dos Deputados. Integra de forma ativa a CCJC (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) e a Comissão de Relações Exteriores.

 
Acabou com voto secreto na Câmara Municipal
 
De 15 de março de 1995 a janeiro de 2003, Cardozo exerceu mandato de vereador pelo PT em São Paulo e nas eleições de 1º de outubro de 2000, foi reeleito com 229.494 votos – a maior votação obtida por um vereador na história do país. Presidiu na Câmara duas importantes CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito). Investigação em 1995 conhecida como CPI dos Ambulantes, culminou com denúncia criminal pelo Ministério Público contra 29 pessoas acusadas de corrupção. Já a CPI da Máfia dos Fiscais identificou irregularidades nas atividades de fiscalização do município e resultou na cassação de dois vereadores e um deputado estadual.
 
Em 2001 e 2002, presidiu a Câmara Municipal de São Paulo. Sua atuação rendeu o prêmio Pensamento Nacional das Bases Empresariais de Cidadania em 2001. Foi o principal responsável pela extinção do voto secreto em todas as decisões do legislativo municipal, e levou adiante reforma administrativa que reduziu em R$ 20 milhões os gastos anuais da Câmara.
 
É autor, entre outras, da lei que implementou o Dia da Vacinação do Idoso, posteriormente estendida a todo o país e de resolução que instituiu o "Prêmio Betinho" na Câmara Municipal, destinado a pessoas ou entidades que mais se destacam na luta pela cidadania.

 
Atuação de destaque na CPMI dos Correios
 
 
Em 2005, integrou a CPMI dos Correios (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito), criada para investigar denúncias de irregularidades de agentes públicos na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. O assunto surgiu a partir de gravação clandestina que implicava funcionário dos correios; este denunciou o então deputado Roberto Jefferson, depois cassado pelo plenário da Câmara. A CPMI teve diversas frentes de investigação e criou sub-relatorias. Advogado e professor de direito, José Eduardo Cardozo foi escolhido presidente da sub-relatoria de contratos, analisando licitações realizadas desde o governo anterior, trabalho em que identificou diversas irregularidades.

 
Reforma Política
 
O deputado é favorável a uma Reforma Política ampla e profunda, que estabeleça regras definitivas e claras sobre filiação partidária, sistema de listas preordenadas, e, especialmente, financiamento público de campanha. Discute o assunto com ênfase na necessidade de pactos na política para aperfeiçoar a democracia e defende que a sociedade exerça pressão sobre o Congresso para que seja aperfeiçoado o sistema brasileiro de representação política.

 
Histórico de militância
 
José Eduardo Cardozo iniciou militância política no Centro Acadêmico da Faculdade de Direito da PUC, quando estudante de direito da instituição. Anos depois, aos 28, se tornou Secretário de Governo do município de São Paulo (1989 a 1992), na primeira gestão do PT na Capital, da então prefeita Luiza Erundina. Foi depois chefe de gabinete da antiga Secretaria da Administração Federal da Presidência da República (1993).

 
Apoio à Terceira Idade
 
Em parceria com o Guia Brasileiro da 3ª Idade, ainda como vereador, começou a promover seminários mensais sobre Qualidade de Vida para um Envelhecimento Saudável, com debates sobre política de medicamentos, prevenção de doenças, instituições asilares e alternativas comunitárias, maus tratos, negligências e abusos contra idosos, assistência jurídica, perspectivas de lazer e recolocação profissional.

 
Reforma do Judiciário
 
Presidiu em seu primeiro mandato a Comissão Especial da Reforma do Poder Judiciário (CERPJ) e se mantém fiel defensor de um Judiciário forte, ágil e democrático. Comandou discussões sobre o acesso à Justiça, o Estatuto da Magistratura e outras. Dentre os temas controversos, posicionou-se contrário à adoção da súmula vinculante e favorável a súmula impeditiva de recursos, além de ser  favorável ao controle externo do Judiciário.

 
PED
 
Em setembro de 2005, o Partido dos Trabalhadores promoveu eleições diretas (PED) para a renovação de sua direção em todos os níveis, nacional, estadual, municipal e zonal. Para a disputa do Diretório Municipal na cidade de São Paulo, um grupo importante de filiados e militantes, apresentou uma chapa tendo como candidato a presidente José Eduardo Cardozo.
 
Em 2007, José Eduardo é escolhido pela "Mensagem ao Partido", grupo de militantes e dirigentes petistas que apresenta uma tese ao 3° Congresso Nacional do PT, para disputar a presidência nacional do partido. Sua candidatura é apoiada por intelectuais, ministros, governadores, deputados e prefeitos de todo o Brasil.  
 
Obras publicadas
 
É autor da obra "Da Retroatividade da Lei", da Editora Revista dos Tribunais, apresentado como trabalho de mestrado em 1993, em que obteve a nota máxima com distinção e louvor. Também é autor do livro "A Máfia das Propinas - Investigando a corrupção em São Paulo", lançado pela Editora Fundação Perseu Abramo, em que relata os bastidores da CPI que presidiu em 1999. Foi um dos organizadores, em parceria com João Eduardo Lopes e Márcia Walquiria Batista Santos, do livro “Curso de Direito Administrativo Econômico-Vol 1” editado pela Malheiros editores em 2006.

 
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