Agenda do deputado
Atuação como vereador
Biografia
Galeria de fotos
Comissões
Jurídico
Pronunciamentos
Proposições
Artigos e palestras
Boletins
Entrevistas
Notícias
Rádio Cardozo
TV Cardozo
 
04.06.2009
  Gazeta do Espírito Santo
 

Fernando Pimentel, José Dirceu, Ricardo Berzoini e, agora, José Eduardo Cardozo: eis a linha de defesa que, em contextos diferentes, o PT capixaba trouxe para Vitória ao longo do primeiro semestre - defesa, no caso, da candidatura do prefeito de Vitória, João Coser, ao governo estadual em 2010. Secretário-geral da Executiva Nacional da sigla e deputado federal por São Paulo, Cardozo completa hoje a lista. Ele vem à Capital para participar de um evento da OAB-ES e aproveita para cumprir agenda partidária: de manhã, visita Coser na prefeitura e, às 13 horas, participa de reunião da Executiva Regional, que vem buscando reforçar a pré-candidatura do prefeito.

Por essa entrevista, o dirigente assina embaixo no projeto, dizendo-se fã de carteirinha de Coser. Mas, mantendo o discurso cauteloso das outras figuras nacionais que o antecederam aqui, afirma que a prioridade é manter a unidade do bloco que inclui PMDB e PSB, do qual, para ele, só deve sair um candidato a governador, para neutralizar a oposição encarnada pelo PSDB.

Coser deve ser candidato a governador?
Precisamos ter palanques fortes nos Estados. E, no Espírito Santo, onde temos grandes lideranças, é natural que surjam várias candidaturas, como é natural que o governador Paulo Hartung (PMDB) tenha preferência por um candidato (o vice-governador Ricardo Ferraço) e que o PSB tenha a candidatura do senador Renato Casagrande. E é natural que o PT tenha um bom nome para a disputa. Consideramos João Coser um dos melhores prefeitos do país. Ele vem fazendo uma administração magnífica, que inclusive o levou à reeleição. É um nome que está naturalmente credenciado para disputar a sucessão. Todo partido puxa um pouco de brasa para sua sardinha. E, para o PT, o ideal seria que tivéssemos o prefeito como candidato a governador.

Não seria muito arriscado deixar a Prefeitura de Vitória em função da disputa?
O vice dele (Tião Barbosa, do PMDB) também é um excelente nome, também integrado ao projeto. Mas isso deve ser objeto de profunda discussão no PT.

Coser deve ser candidato mesmo que isso represente uma ruptura com o PMDB? Ou, como na eleição presidencial, a aliança aqui é prioritária?
Não podemos perder o diálogo com as outras forças, por mais que estejamos convencidos de que João Coser está à altura do Espírito Santo e, se eleito, será um dos melhores governadores do país. No final, tenho certeza: haverá uma candidatura única.

O senhor acredita, então, que, dentro dessa lista de três pré-candidatos, um deles necessariamente vai liderar uma chapa de convergência para não romper o grupo?
Não tenho dúvidas disso. Seria um equívoco termos uma candidatura em que um desses segmentos não estivesse participando. Se essas forças estiverem unidas, a oposição não terá espaço nenhum nessa disputa. Ao mesmo tempo em que disputamos um projeto nacional que exige identidade, o projeto regional no Espírito Santo também exige essa unidade. No final, não tenho a menor dúvida de que haverá um pacto.

PT e PSB têm estreitado o diálogo eleitoral. Os dois estarão juntos na eleição de governador, mesmo que isso signifique apoiar Casagrande? 
Além de serem da base de Lula, PSB e PT são parceiros ideológicos. Não há nenhuma razão para que estejamos em campos opostos, especialmente no Espírito Santo. Casagrande tem uma atuação parlamentar invejável e é uma das grande lideranças que temos no Estado.
 
Fonte: A Gazeta de Espírito Santo

  voltar
Brasília - Câmara Federal
Anexo IV - Gabinete 719 | CEP: 70160-900
Brasília - DF
fones: (61) 3215-5719 – fax: 3215-2719
São Paulo - Escritório Político
Rua Ministro Godói, 444 - Perdizes | CEP 05015-000
São Paulo - SP
fone: (11) 3675-7380